O que Cordeiro compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Cordeiro compraram US$ 80,4 mil de outros países. É 11% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 72,4 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 71 cidades de Rio de Janeiro que importaram, Cordeiro ficou em 62º lugar. No Brasil, em 1.883º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas e aparelhos, mecânicos, com função própria…14 toneladasUS$ 54,2 mil67%
- 2Produtos laminados planos de aço inoxidável…5,5 toneladasUS$ 26,2 mil33%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 80,4 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 20,5 mil
- 2022US$ 82,4 mil
- 2023US$ 73,8 mil
- 2024US$ 100,2 mil
- 2025US$ 120,8 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Cordeiro
Quanto Cordeiro importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Cordeiro (RJ) compraram US$ 80,4 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Cordeiro mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas e aparelhos, mecânicos, com função própria… (67%), Produtos laminados planos de aço inoxidável… (33%).
De quais países Cordeiro mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.